Que o lixo eletrônico é um dos maiores problemas mundiais todo mundo já sabe. Com o avanço da demanda por celulares e computadores nos países emergentes e as novas tecnologias disponíveis, que tornam obsoletos, por exemplo, televisores e monitores pesados, o risco de que esses aparelhos sejam descartados de forma inadequada é altíssimo. Cheios de componentes químicos, eles contaminam o solo, o lençol freático e os seres humanos.
O Brasil, segundo relatório da ONU, é o mercado emergente que mais produz esse tipo de lixo tóxico. A China ganha em quantidade (300 mil toneladas deles contra 96,8 mil toneladas nossas), mas, no cálculo per capita, ganhamos: descartamos 0,5 kg por habitante, contra 0,23 kg dos chineses.
Daí a importância do site e-Lixo Maps, que a Secretaria Estadual do Meio Ambiente de São Paulo e o Instituto Sérgio Motta acabam de lançar. Ele indica aos moradores da cidade de São Paulo os locais mais próximos de sua residência para descartar de maneira correta sua sucata eletrônica. Você clica num mapa do Google, fornece seu CEP e informa o tipo de lixo do qual quer se livrar (micro-ondas, baterias, lâmpadas, geladeiras e outros) e fica sabendo o endereço dos postos de coleta.
Acesse o site e confira o serviço, que, apesar de ainda estar em testes, funciona bem.